#Retrospectiva2015 – Marcas mais bem trabalhadas no ano

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Se tem uma coisa sempre muito divertida de se fazer ao final de um ano é ver retrospectivas. Sempre me divirto vendo o que aconteceu ao longo do ano, as coisas que esqueci tinham acontecido, outras que pensei terem acontecido em outros anos, enfim, acho um barato! E é justamente por gostar de ver o trabalhado desenvolvido ao longo do ano que eu resolvi montar esse texto, uma retrospectiva das empresas que melhor trabalharam suas marcas nesse ano, na minha modesta opinião. (; Se ficou curioso para ver o que me chamou atenção nesse ano, vem comigo dar uma olhada no top 5 das marcas mais bem trabalhadas nesse ano!

  1. Skol

Uma das cervejas mais famosas do Brasil, nesse ano de 2015, conseguiu a liderança no ranking de marcas mais valiosas do país, segundo a Millward Brown (3º lugar no ranking da Interbrands), trabalhando muito sua comunicação de maneira inusitada e inovadora. As principais ações que podem destacar o comprometimento no trabalho da marca são a Skol design, a Skol music e a própria fanpage da marca, que é uma das mais irreverentes e divertidas que temos na atualidade.

     2. Itaú

O Itaú é sinônimo de trabalho de marca bem feito. Acredito que seja, se não a mais bem trabalhada nos últimos anos, uma das mais. O banco entende o poder e importância de ter uma marca sólida e bem desenvolvida, por isso não poupa esforços para aumentar ainda mais a musculatura dela. Esse ano o banco ficou em primeiro lugar no ranking das marcas mais valiosas do Brasil, segundo a Interbrands, e no ranking da Millward Brown, ficou em terceiro. As principais ações da marca nesse ano, que garantiram a presença no meu to 5 foram o fortalecimento da campanha #issomudaomundo (principalmente com a ação de Leia para uma criança), as marcantes bicicletas laranjas (por mais que não sejam uma ação desse ano, essa ideia cresce cada vez mais e cada ano mais aumenta muito o valor da marca) e, também, a mensagem de fim de ano que tem foco no relacionamento e amizade das pessoas, reforçando o que realmente é importante nesse época, as relações humanas.

     3. Bradesco

O Bradesco é mais uma das grandes marcas brasileiras que sempre está no top 3 das mais valiosas do país. Esse ano, segundo o ranking da Interbrands, o banco ficou com a segunda posição; já no ranking da Millward Brown, ficou com o segundo lugar. O Bradesco tem investido muito forte em sua marca nos últimos ano, muito impulsionado pelo seu rival Itaú. Para poder crescer ainda mais e recuperar o posto de maior banco privado brasileiro, umas das estratégias está sendo o investimento no desenvolvimento da marca. As ações que mais colaboraram para que colocasse o Bradesco nessa lista foram a campanha para as Olimpíadas (trabalhada desde 2012, mas com uma força maior agora) e também o investimento nas ciclovias de São Paulo, para competir fortemente com seu rival, Itaú.

     4. Coca-Cola

Acho que não poderia faltar a gigante americana nessa lista. A Coca-Cola sempre inova na comunicação e construção de marca e esse ano não foi diferente. Segundo o ranking das marcas mais valiosas do mundo, produzido pela Brand Finance, esse ano a gigante de refrigerantes conseguiu subir uma posição e ficou em 11º. A principal ação que colocou a marca em minha lista foi a máquina de risos, uma ação fantástica que simboliza muito bem a proposta da marca. Além dessa, uma campanha que valoriza e intensifica o diálogo sobre diversidade sexual e amizade também marcou presença nesse ano.

     5. Brahma

Finalizando o top 5, mais uma marca brasileira! A Brahma, nesse ano, ficou em quarto no ranking da Interbrands e no da Millward Brown, de marcas mais valiosas do país. Como a Skol, a Brahma vem aumentando os investimentos na construção de marca e aumentando seu valor no cotidiano das pessoas, se tornando uma das marcas mais bem trabalhadas dos últimos anos, no país. As principais ações desse ano que me fizeram lembrar dessa empresa foram o Brahma Valley e a ‘série’ Papo de Bar, que mostrou irreverência e divertimento de uma maneira diferente.

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Busco a simplicidade no complexo e vice-versa. Em tudo. Sempre. A unicidade (seja na visão ou na aplicação) me instiga/provoca, incessantemente, a desvendar um par, um oposto, uma contradição ou, até, um "ponto de fusão". Seja para complicar, seja para simplificar. O que seria da vida com um só ponto de vista?

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