Mais do que vender, fidelizar.

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Em dias como hoje, a maior dificuldade das marcas é fidelizar seus clientes de forma que o consumidor seja realmente um apaixonado por ela. Falo isso pela grande quantidade de informações que estamos sendo impactados no facebook, instagram e patrocinados. Convenhamos, em período de crise e com informações a toda hora, a gente busca muito mais um produto pelo preço do que qualquer outra coisa.

Como as marcas podem (e devem) fazer isso? Eu vou falar sobre alguns pontos que pra mim, são importantíssimos:

Planejamento estratégico: O velho e bom planejamento estratégico sempre foi e sempre será muito válido. Em tempo, o mundo literalmente vem mudando todos os dias, é uma novidade atrás da outra: plataformas, aplicativos, posicionamento da sociedade em relação ao que estamos vivendo. Se as marcas não tiverem um posicionamento firme em relação a isso, acabam por ficar na mesmice.

O consumidor precisa de atenção: Gato, cachorro, passarinho, eu, você, todos precisamos de atenção. A marca não pode ser definida apenas pelo seu logo bonitinho ou pelo comercial, que é maravilhoso. Isso tudo não é palpável para nós, consumidores. Precisamos “viver” essa marca todos os dias para que ela realmente ela seja um membro da nossa família – ok! muito consumista essa última frase, porém necessário para as marcas.

Ele se apaixona pelo produto através de como a marca se posiciona: O mundo mudou e juntamente com ele, as pessoas – sim, houveram muitas evoluções. Ficar em cima do muro pra muita gente pode ser uma questão de não querer colocar “a cara a tapa”. Há julgamentos por isso? Claro! Se a marca quer que ela faça parte do dia a dia das pessoas, que faça de uma forma correta, que tenha princípios, opiniões e mostre qual a sua verdadeira identidade.

Antes de vender o produto, venda o que está por trás dele: Um breve relato: Nike! Julgamentos virão, eu sei. Mas realmente estou apaixonada pela marca. Comecei a correr há 4 meses na rua. Por coincidência achei o Nike + Run Club SP. O que é isso? Um grupo de corredores de rua que existe em diversos países e o objetivo é um só: explorar a sua cidade fazendo o que gosta diversas pessoas.

Quanto custa isso? Além de zero reais, para a marca exatamente o que falei acima: “estou apaixonada pela marca”. Coisa que nunca havia acontecido é que nos momentos livres estou no site, vendo qual o próximo tênis ou roupa que comprarei. E mais: a empolgação é tanta que as pessoas da minha convivência não me aguentam mais falar sobre isso.

Pós venda é importantíssimo: Conquistar o cliente é fácil, o difícil é fidelizá-lo. Depois que ele comprou o produto, está tudo ok? Será que vai haver uma segunda compra? Para que ele volte, não basta só o patrocinado, os milhares de anúncios que aparecem depois da primeira compra, vale um email semanal para cutucá-lo que sim, a marca está ali. Vale também um bom atendimento posterior a essa compra, seja para tirar dúvidas, falar sobre um novo produto ou qualquer coisa que seja, mas estar presente a alguém que consumiu sua marca pelo menos uma vez, fará com que ele volte.

É imprescindível que as marcas tenham em mente que: quanto mais humanizadas, reais e mais posicionadas em relação ao consumidor que quer fidelizar, ela será muito mais lembrada.

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About Author

Gaúcha, 23 anos. Estudante de Publicidade e Propaganda, vivo em São Paulo, mas amo o Rio de Janeiro. Comunicativa, adoro ter amigos perdidos em vários cantos do país. Viciada em redes sociais, gosto sempre de estar conectada com o mundo. Chega mais, vamos conversar ;)

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